Quem pode vender na TugaFreela? A resposta mudou — e para melhor. Explicamos o que é preciso hoje, para quem, e em que momento pedimos cada coisa.
Se está aqui para contratar um profissional ou publicar um projeto, não muda nada. Qualquer pessoa, em qualquer país, cria conta e contrata — sem verificações, sem documentos, sem burocracia.
Para publicar serviços como freelancer é preciso um número de identificação fiscal válido. Na maior parte dos casos, basta o do seu próprio país — um freelancer em Espanha usa o NIF espanhol, na Alemanha usa o alemão, e por aí fora.
Não é preciso ser português nem viver em Portugal.
Há uma excepção, e vale a pena explicar porquê. Quem é do Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe ou Timor-Leste precisa de NIF português para vender aqui.
A razão é simples: nestes casos não há barreira de língua nenhuma, e a concorrência com o talento nacional é directa. A TugaFreela nasceu para dar mercado a quem trabalha em Portugal e para Portugal. Quem vem destes países é bem-vindo a vender — desde que tenha ligação fiscal real ao país, como qualquer profissional que aqui emite recibos.
Um CPF ou um NUIT não substituem o NIF português. É preciso o NIF mesmo.
Aqui está a novidade que muita gente pediu: o documento só é pedido quando há dinheiro para levantar.
Publique os seus serviços, receba encomendas, trabalhe. Só quando quiser transferir os seus ganhos para a sua conta é que pedimos a verificação de identidade. Antes disso, ninguém lhe pede papéis nenhuns.
Faz sentido: a verificação existe para proteger o dinheiro — o seu e o de quem lhe paga. Antes de haver dinheiro, não há nada a proteger.
Quando chegar a altura, basta um destes:
Continuam a funcionar normalmente. Se o seu perfil ainda não tem número fiscal, será pedido da próxima vez que publicar ou editar um serviço. É só o número — sem documentos nessa fase.
Por confiança. Quem contrata está a entregar dinheiro a alguém que não conhece. Saber que do outro lado está um profissional com identificação fiscal verificada dá segurança a quem compra — e dá vantagem a quem trabalha a sério.
É também conformidade: quem presta serviços profissionalmente tem obrigações fiscais, e a plataforma tem de as respeitar.
Contratar é livre para todo o mundo. Vender exige número fiscal — português, se for de um país de língua portuguesa.